Mecânica diferente de jogo, “dicas” de forma diferente.
Bastante textos pequenos em sala sem muita iluminação.
Era 1960 o escritor Pedro Tavares desapareceu no quarto 671 do Hotel Perola, em Caxias do Sul. O caso gerou alguma repercussão na época, mas a única coisa que se descobriu é que Pedro escrevia um livro-relato, contando fatos reais e que delatariam diversas pessoas de sua cidade, a longínqua Porto Tempestade. Ninguém conseguiu resolver o caso e foi arquivado. Meses depois, surgiram fofocas de que o hotel estava sendo assombrado pelo escritor e assim, faliu. Porém, em 2020, o detetive Benjamin Lisboa resolveu reabrir o caso e chamou você e seus amigos para descobrirem o que aconteceu com Pedro.
Mecânica diferente de jogo, “dicas” de forma diferente.
Bastante textos pequenos em sala sem muita iluminação.
Sala pequena, mas muito bem pensada! Para poucos jogadores (vá no máximo em 3 pessoas)
A sala foi ótima para nossa dupla, acredito que se tivessem mais pessoas a sala ficaria apertada! A história contada na sala nos envolve no mistério para desvendar, e o final é surpreendente!
Foi a primeira sala jogada no dia e serviu pra aprender o estilo de jogo/enigmas que a Xeque Mate possui. A sala é pequena, acho que um número alto de jogadores acabaria ficando apertado lá dentro. Das três jogadas, essa ficou em terceiro lugar para mim.
Eu gostaria que a sala tivesse um pouco mais de iluminação, não acho que prejudicaria a ambientação, pelo menos uma lanterna seria bacana.
Enigmas divertidos e ambientação ótima. História baseada no livro que leva o mesmo nome da sala (Febre, de Pedro Guerra). Atendimento excelente.
A sala não é muito grande, mas sendo um tamanho Ok para até 6 jogadores (conforme indicado pela Xeque-Mate)